Bom Jardim

Bom Jardim possui um clima serrano, uma paisagem de montanhas e cachoeiras, algumas construções históricas e manifestações de cultura popular. Pelas ruas de Bom Jardim, destaque para igrejas centenárias e alguns espaços culturais, como o Galpão, o Sobrado e o Cine Bom Jardim. A Festa do Inhame é uma tradição local assim como a devoção a São Cristóvão, que faz anualmente centenas de motoristas da região visitarem o local, em julho, durante três dias de shows e bênçãos a motoristas em carreatas.

[divider]■ PONTOS TURÍSTICOS[divider]

# 1 Cine Bom Jardim
Tombado pelo Instituto Estadual do Patrimônio Cultural (Inepac), o cinema Edmo Erthal, conhecido como Cine Bom Jardim, foi inaugurado em 1954 com a exibição dos filmes Duelo das Paixões e Vale das Sombras. O projetor Century, importado dos Estados Unidos, era o que havia de mais moderno na época. Depois de 18 anos desativado, o espaço foi reinaugurado em 2012 e também funciona como teatro. Conta com 300 poltronas, palco multiuso, camarins, tela com projetores modernos, além de um pequeno museu onde os visitantes podem conferir os antigos projetores e outras peças recuperadas.

# 2 Paróquia Nossa Senhora da Conceição

Foto: Divulgação / INEPAC

A pequena igreja foi construída no início do século XX e possui uma peculiaridade no relógio de numeral romano: o número 4 é representado por IIII, ao invés de IV. Apesar de parecer um erro, havia questões estéticas e religiosas por trás da troca. Em 2000, a Igreja sofreu reformas que lhe deram a aparência atual. A matriz tem uma torre de 30 metros de altura e a imagem de Nossa Senhora da Conceição, padroeira, no altar. Nas paredes laterais encontram-se imagens em madeira da Via Sacra.

# 3 Igreja São José
É a igreja mais antiga do município, inaugurada uma semana depois da abolição da escravatura, em maio de 1888. Edificada por escravos, em alvenaria de pedra, possui uma torre sineira e um relógio em seu frontão triangular. Seu altar é em mármore, tendo nas laterais as imagens de São José e N. S. da Conceição, em madeira, e da Via Sacra, em gesso. A igreja é uma replica da catedral de Friburgo.

# 4 Casa de Cultura Mário Machado Nicoliello
A Casa de Cultura é sede da Biblioteca Pública Municipal João XXIII, que possui acervo de cerca de onze mil livros e periódicos, além de um arquivo da história da cidade, com jornais do século XIX. A biblioteca completou 7o anos em 2012, e realiza entre 200 e 300 empréstimos por mês. A Casa de Cultura funciona também como sede da Secretaria de Cultura, Esporte, Turismo e Lazer de Bom Jardim. No auditório com 100 lugares, há apresentações teatrais, exposições de arte e reuniões da comunidade. O local tem salas para cursos profissionalizantes e abriga o Centro Internet Comunitária, com acesso gratuito.

# 5 Pico do Tardim
Com 1.250 metros de altitude, a formação rochosa é o ponto mais alto do município. Oferece trilhas para caminhadas e vegetação em torno da trilha e de árvores de médio e pequeno porte.

# 6 Galpão Cultural
O Galpão Cultural funciona em um prédio de dois pavimentos construído em 1898, com mais de mil m² de área coberta. No antigo porão ficam a Praça Musical e o Salão das Oficinas, com aulas de música, dança e pintura. No grande corredor há exposições permanentes. O andar superior é ocupado pelo Teatro Municipal, com 130 lugares, e o Centro de Memória Bom-Jardinense. O prédio, que no passado serviu como usina de café, também é sede do grupo de teatro Nóis da Casa, comandado pelo ator e diretor teatral Nobel Medeiros. O grupo oferece oficinas para alunos a partir de 14 anos de idade, de Bom Jardim e de municípios vizinhos.

Vestidos de palhaços e com pernas de pau, os atores do Nóis da Casa fazem intervenções nas ruas e praças da cidade.

[divider]■ CACHOEIRAS[divider]

# 1 Cachoeira Maravilha
Com três saltos, a cachoeira tem altura aproximada de seis metros e é rodeada por embaúbas, samambaias e lírios do brejo. As águas claras e frias da margem direita do Rio Grande formam duchas e piscinas naturais em meio à mata fechada.

# 2 Cachoeira Pedregulho
A cachoeira está situada no Rio São José, que nasce em Nova Friburgo e tem extensão de 25 quilômetros. Possui três saltos de águas claras, transparentes e frias e altura de dez metros. A paisagem à sua volta é de arbustos, gramíneas e árvores de médio porte.

[divider]■ EVENTOS[divider]

# 1 Festa de Nossa Senhora da Conceição
O dia da padroeira do município é comemorado com festas, shows e encontros religiosos pela paróquia Nossa Senhora da Conceição. Como a cidade tem muitos imigrantes, no evento há barracas de comidas típicas da Suíça, Portugal e Alemanha.

# 2 Festa de São Cristóvão
Em homenagem a São Cristóvão, padroeiro dos motoristas, é tradicional a festa promovida pela Paróquia Nossa Senhora da Conceição, com três dias de shows, benção de automóveis e carreata. No evento, que inclui missa campal, mais de dois mil veículos costumam acompanhar o andor com a imagem de São Cristovão durante a procissão. Apresentações de quadrilha, atividades para crianças e grupos musicais também atraem um grande numero de fiéis.

# 3 Festa do Inhame
Voltada ao homem do campo e à valorização do trabalho rural, a festa é uma oportunidade para saborear diversas iguarias feitas com inhame. Há um concurso para escolha do melhor prato típico e do melhor inhame plantado na região. O evento conta com a apresentação de quadrilha, shows de bandas, corrida rústica e cavalgada. É realizado pela prefeitura de Bom Jardim em parceria com a Associação de Moradores, Produtores Rurais e Artesãos de Barra Alegre.

[divider]■ COMO CHEGAR[divider]

De Carro:
3 h 31 min (182,6 km) via Rod. Pres. Joao Goulart, tambem conhecida como RJ-116.

De Ônibus:
Do Terminal Rodoviario Novo Rio na cidade do Rio de Janeiro, guichê da viação 1001 e na cidade de Nova Friburgo
Site: Viação 1001 – www.autoviacao1001.com.br

[divider]■ MAPA DA REGIÃO[divider]

Após isenção de visto, julho registra o maior gasto de estrangeiros no Brasil

Receita de US$ 598 milhões representa maior crescimento desde a Copa do Mundo de 2014

O primeiro mês após a isenção de vistos para países estratégicos (Austrália, Canadá, EUA e Japão), anunciada pelo governo federal em junho deste ano, registrou um expressivo aumento de gastos dos turistas estrangeiros no país. Em julho de 2019, US$ 598 milhões foram injetados na economia brasileira pelos turistas estrangeiros, contra US$ 417 bilhões registrados no mesmo período do ano anterior, um aumento de 43,4%. Já em comparação com o mês de junho deste ano, o aumento foi ainda maior: 59,8%.

Tirando o ano da Copa do Mundo no Brasil, em 2014, esse foi o maior crescimento dos últimos 16 anos. Para o ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio, o resultado demonstra que o país começa a colher resultados expressivos das ações adotadas nos primeiros meses de governo. Para ele, esse tipo de crescimento é fundamental para o turismo brasileiro atingir o patamar que o país merece alcançar. “Os dados confirmam que o setor está no centro da agenda econômica do governo do presidente Jair Bolsonaro, contribuindo ativamente para o crescimento do nosso país. É essa transformação que queremos para o Brasil”, comemorou.

Os dados são divulgados mensalmente pelo Banco Central e demonstraram, ainda, que de janeiro a julho de 2019 houve uma diminuição de 8,7% no déficit da balança comercial do turismo em relação aos primeiros sete meses de 2018. Por outro lado, a despesa cambial, ou seja, quanto os brasileiros gastaram em viagens ao exterior, foi de US$ 1,9 bilhão em julho de 2019, percentual 9,64% maior do que o de julho de 2018, quando a despesa foi de US$ 1,73 bilhão.

Fonte: Min. do Turismo

Projeto assinado pela arquiteta Giuliana Soncin venceu o Prêmio Bom Gourmet

Projeto assinado pela arquiteta Giuliana Soncin venceu o Prêmio Bom Gourmet de melhor ambientação de restaurante

O ambiente contemporâneo com um mix de elementos sofisticados e rústicos, projetado pela arquiteta Giuliana Soncin com inspiração nos armazéns e lofts norte-americanos dá o ar cosmopolita do restaurante Bobardí, no Cabral, vencedor do Prêmio Bom Gourmet, da Gazeta do Povo, de melhor ambientação de restaurante de Curitiba. Os ganhadores do prêmio foram anunciados nesta terça-feira, dia 27 de agosto, no Teatro Guaíra.

A releitura de pratos clássicos da alta gastronomia internacional, de forma despretensiosa e descomplicada, é a receita do Bobardí para um menu de sucesso. Porém, o clima impacta o cliente desde a fachada e tempera a experiência na casa que completa quatro anos. O ponto de partida da arquiteta para o projeto foi a ocupação de armazéns abandonados por jovens americanos de forma despojada, que se tornou um símbolo de contemporaneidade e elegância descomplicada. Ao entrar no Bobardí pela primeira vez, a sensação é que o restaurante em Nova York, Sidney ou Hong Kong.

A verticalidade da proposta chama a atenção por dois elementos. O espaço de cerca de 500 metros quadrados, dividido em ambiente térreo e mezanino, é uma grande caixa de vidro revestida por aço cortein e abriga, já na entrada, uma adega com 5 metros de altura e uma grande jabuticabeira, que contrasta com a rigidez do vidro e do aço. A árvore, valorizada por uma iluminação bem direcionada e seu entorno aberto, pode ser vista de qualquer ponto do restaurante.

A iluminação é um dos toques intimistas do Bobardí. A arquiteta tirou partido de revestimentos simples, valorizando-os ao máximo com a iluminação e direcionada. A luz está focalizada em elementos de destaque do restaurante e foi usada para valorizar elementos, texturas e contornos. O espaço tende para o escuro, mesmo durante o dia, onde as entradas de luz natural foram contidas. “A iluminação existe onde deve existir no ambiente do Bobardí”, define a arquiteta.

Sustentabilidade
Os materiais utilizados para contrastar a iluminação, a decoração e o ambiente desejado fazem parte da combinação do espaço como o concreto aparente no piso, misturado com tacos de madeira maciça lixados, sem acabamento, para dar um ar rústico ao ambiente. Nas paredes, a textura do cimento puxado e pintado, sem alisamento ou cal fino, dá uma aparência aveludada rústica e de fácil manutenção. Algumas paredes revestidas de madeira deixam o lugar aconchegante.

Uma das intenções da arquiteta foi usar elementos “puros” e sem revestimentos para economizar nesses itens sem perder o charme do ambiente. Ao deixar de utilizar cal fino e massa corrida, deixou-se de consumir, criar lixo, e consequentemente, poluir. “Seguindo essa linha de sustentabilidade, pelo resultado final obtido e pelo porte da obra, seu custo foi bem inferior a outras instalações com as mesmas proporções”, explica.

O Prêmio Bom Gourmet está em sua 10.ª edição. O Bobardí disputou o prêmio com os restaurantes Hai Yo, Jamie’s Italian, La Mafia Trattoria e Lobert Bistrô.

Fonte: Isabela França Comunicação – www.isabelafranca.com.br

Nova Olinda do Norte

Afastada de Manaus a 134 km, a cidade de Nova Olinda do Norte tem um potencial turístico/econômico ligado a agricultura, pecuária e ao extrativismo. O município é um dos poucos que possui fontes de petróleo, ainda pouco exploradas.

Em Nova Olinda do Norte, a cultura do boi bumbá é a paixão do povo novolindense, pois muitos viajam para prestigiar ao espetáculo embaladas na beleza e no imaginário das lendas, contos e mistérios, envolvendo rios e florestas.

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De Carro:
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De Ônibus:
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De Avião: 
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Nhamundá

A ilha da cidade de Nhamundá está localizada a 302 km da capital. Conhecida popularmente como “Terra das Ykamiabas”, a serena Nhamundá apresenta toda sua exuberância nas belezas naturais por todo o percurso da viagem. O turismo de eventos esportivos está representado através da principal festa da cidade, onde comemora-se a Pesca do Tucunaré, uma tradição que atrai turistas de diversas áreas do Amazonas e do mundo. Durante o evento acontecem algumas competições: a escolha da Garota Tucunaré, a corrida de rabetas e a pesca do maior Tucunaré da região, ponto alto do evento.

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Maraã

Maraã está localizada a 634 km de Manaus, e é conhecida como “Princesinha Japurá”, e se destaca pela realização do Festival dos Botos de Maraã, que acontece sempre no final do mês de Julho, levando para o remanso os Botos Tucuxi e Vermelho, mais não é o festival dos botos que engrandece a nossa cultura, mais também a festa da padroeira Nossa Senhora da Conceição, o Aniversário da Cidade, as Festas Juninas e muito mais.

O município se destaca pela suas belas praias que surgem com a chegada do verão e a seca dos rios, os moradores e visitantes lotam as praias para se refrescar e aproveitar o sol nos domingos.

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Manicoré

Uma terra fértil para o cultivo da melancia fez de Manicoré (distante de Manaus a 391 km) ficar conhecida como “Terra da Melancia”, e passou a ser uma das principais fontes de renda da população. O município possui um grande potencial extrativista baseado na borracha e na castanha. A cidade possui vários atrativos turísticos, entre eles o balneário do Atininga e as cachoeiras do Rio Manicoré. Sendo conhecida, também, pela pesca esportiva do tucunaré.

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# 1 Reserva Extrativista do Lago do Capanã Grande
A Reserva Extrativista do Lago do Capanã Grande é uma unidade de conservação federal do Brasil categorizada como reserva extrativista e criada por Decreto Presidencial em 3 de junho de 2004 numa área de 304.146 hectares no estado do Amazonas.

# 2 Parque Estadual do Matupiri
O Parque Estadual do Matupiri está localizado no interflúvio Purus – Madeira, nas bacias dos rios Matupiri e Amapá, nos municípios de Borba e Manicoré, pertencente à Microrregião do médio Madeira no estado do Amazonas. Possui uma área total de 513.747 ha. A unidade de conservação foi criada em 27 de março de 2009 com o objetivo de preservar os ecossitemas naturais de relevância ecológica e beleza cênica, possibilitando a realização de pesquisas científicas, desenvolver as atividades de educação ambiental, recreação em contato com a natureza ecológica.

O Parque Estadual do Matupiri está localizado no interflúvio Purus – Madeira, nas bacias dos rios Matupiri e Amapá, nos municípios de Borba e Manicoré, pertencente à Microrregião do médio Madeira no estado do Amazonas.

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Sertões 2019: maior rally das Américas revela ‘tesouros’ nacionais

Parceria com o MTur vai proporcionar a divulgação de atrativos ao longo da prova, que começa neste sábado e percorrerá o interior do Brasil em meio a cenários singulares

Durante oito dias, a partir deste sábado (24), amantes da cultura off-road e interessados em conhecer belezas ainda pouco exploradas do Brasil terão diversão garantida. A cidade de Campo Grande (MS) será palco da largada da 27ª edição do Sertões, segundo maior rally do mundo, atrás apenas do mítico Dakar, que vai percorrer mais de 4.700 quilômetros pelo interior do país, com a participação de 300 pilotos nacionais e internacionais de carros, motos, quadriciclos e UTVs (uma espécie de buggy moderno).

A prova também vai passar por Mato Grosso, Goiás, Tocantins e Piauí, em meio a cenários únicos de dunas, desertos e cânions, terminando no dia 1º de setembro na cidade de Aquiraz (CE). Durante o trajeto, graças a uma parceria com a organização da prova, o Ministério do Turismo vai transmitir imagens do roteiro pelas suas redes sociais, abordando as características únicas dos locais percorridos. O objetivo é aproveitar o evento para divulgar os atrativos do percurso, incentivando a procura de destinos.

A caravana envolve quase 2 mil pessoas, entre competidores, mecânicos e convidados, que movimenta hotéis, restaurantes e postos de combustíveis e provoca forte impacto nas economia locais. O ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio, que participará da largada, comemora a chance de despertar o interesse por destinos nacionais. “Somos o primeiro país do mundo em atrativos naturais, e o Sertões vai popularizar as maravilhas que o Brasil oferece e que, muitas vezes, nós mesmos não conhecemos bem”, salienta.

O rally também permite que turistas acompanhem a competição, viajando a bordo de veículos 4×4, categoria chamada neste ano de “Expedição Sertões”. O CEO do evento, Joaquim Monteiro, ressalta que, além do esporte, a prova busca evidenciar as riquezas turísticas do Brasil. “O DNA do Sertões é revelar novos destinos, além dos tradicionais. Um exemplo é o Jalapão, no Tocantins, que o rally ajudou a colocar no mapa turístico do país. A cada ano, a gente quer revelar um tesouro brasileiro”, explica.

Uma das integrantes da Expedição é a engenheira mecânica carioca Cristina Pinho (60), que, juntamente com o marido, vai conduzir um veículo 4×4 pela primeira vez no Sertões. Cristina, que já acumula a experiência de outras quatro expedições do tipo no país, aponta o apreço por desafios como uma das motivações. “Gosto muito de aventura, e a gente vai percorrer belezas que não se conhece numa excursão normal. Minha maior expectativa é o Jalapão e um parque no Piauí que pouca gente conhece”, comenta.

Ao longo da competição, uma press trip organizada pelo Ministério do Turismo vai promover a divulgação de atrativos do percurso por jornalistas convidados. Duas caminhonetes ficarão à disposição das equipes de comunicação, que vão se revezar em etapas durante o trajeto. Todos os bastidores do trabalho poderão ser conferidos por meio das redes sociais do MTur, a exemplo do Facebook e do Twitter, além do site oficial do evento, o http://sertoes.com/.

ASSISTÊNCIA

O rally promove ainda um dos maiores programas de responsabilidade socioambiental entre competições do gênero no mundo. Por meio do projeto Saúde e Alegria no Sertões, médicos voluntários realizam atendimentos dermatológicos, ginecológicos, oftalmológicos e odontológicos a moradores do percurso, com o auxílio de duas carretas adaptadas e o posterior acompanhamento de pacientes. A preservação ambiental também é uma das preocupações, com o recolhimento de todo o lixo gerado pela competição.

HISTÓRICO

O primeiro evento da série ocorreu em 1991, ainda com o nome de Rally São Francisco. A prova, aberta na época apenas para motos, cruzou o interior do país partindo de Ribeirão Preto (SP) e chegando a Maceió (AL). O resultado da competição depende da soma dos tempos que os pilotos precisam cumprir para completar cada uma das provas, sendo que as equipes conhecem o caminho que irão percorrer apenas no dia anterior e precisam navegar para conseguir trilhar o caminho correto.

Fonte: Min. do Turismo

Manaquiri

No Amazonas, está a principal produtora de batata doce do Norte do Brasil, a cidade de Manaquiri. Esta possui todas as características de interior do Amazonas, principalmente na composição da orla, com a chegada e partida de barcos regionais no terminal hidroviário.

Sua principal economia giram em torno dos produtores rurais, em especial agricultores familiares, que cuidam de suas plantações e as passam por gerações. O que levou o município a criar a Feira Manaquiriense de Produção Rural (Femapre)

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De Barco:
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Manacapuru

“Princesinha do Solimões”, assim é chamada a cidade de Manacapuru, distante de Manaus a 84 km, e é um dos destinos mais procurados do Amazonas pelo seu ecossistema, onde o ecoturismo é desenvolvido. A cidade possui hotéis de selva, praias, seus enormes lagos e inúmeros igarapés das proximidades.

Manacapuru sedia o maior Festival de Cirandas, evento folclórico que ganha o Parque do Ingá anualmente, com a disputa entre “Flor Matizada”, “Guerreiros Mura” e “Tradicional”.

[divider]■ PONTOS TURÍSTICOS[divider]

# 1 Lago Acajatuba

# 2 Balneário Miriti

# 3 Balneário Sossego do vovô

# 4 Lago Manacapuru

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De Carro:
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De Ônibus:
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De Barco:
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De Avião:
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